BENE BARBOSA – INFLUENCIADOR

BENE BARBOSA 
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Benedito Gomes Barbosa Junior nasceu na cidade de São Paulo no dia 3 de julho de 1970. É bacharel em Ciências Jurídicas e com especialidade em Segurança Pública, armamentos e munições. Ele tem atuado nessa área desde a década de 1990, em especial, em relação ao direito constitucional da autodefesa por meio do direito civil a posse e ao porte de armas de fogo pelos cidadãos brasileiros. Também atua como professor e consultor.

Em 2004, passou a se dedicar totalmente a área da segurança pública quando fundou a Organização Não-Governamental Movimento Viva Brasil, que possui a finalidade na defesa do direito do cidadão a possuir e portar armas, além de combater as políticas e teses relacionadas ao desarmamento civil. Desde então, a organização tem sido referencia nacional e internacional nessa área de atuação. A organização tem entre parceiros comerciais fabricantes, distribuidores e vendedores de armas, além de clubes de tiro, segundo o site da organização.

Em 2005 foi convidado para integrar a Frente Parlamentar pelo Direito à Legítima Defesa e tornou-se um dos mais importantes líderes da campanha vitoriosa pelo “Não”, no referendo realizado em 2005 em relação ao artigo 35, que versa sobre a restrição ao comércio de armas e munição, da Lei nº 10.826/2003, denominado Estatuto do Desarmamento. Na ocasião, o referendo obteve 63,94% de votos contrários a essa proibição.

Desde 2012, passou a atuar na defesa do Projeto de Lei da Câmara dos Deputados nº 3.722 de 2012, de autoria do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC), que propõe um novo sistema de controle de armas, revogando boa parte do conteúdo do vigente Estatuto do Desarmamento. Segundo ele, “mais racional e convergente com a vontade popular, devolvendo ao cidadão a possibilidade de autodefesa e fazendo retornar às variantes da segurança pública o hoje inexistente receio do criminoso de uma reação da vítima.” Para tanto, tem frequentemente participado de audiências públicas no Congresso Nacional em defesa do projeto, além de diversas exposições e debates ligados ao tema em eventos por todo o país.

Em 2015, ele e o jornalista Flávio Quintela lançaram o livro “Mentiram para mim sobre o desarmamento“, para refutar os argumentos mais usados pelos defensores do desarmamento civil, por exemplo, que países desarmados são mais seguros, que o governo quer desarmar as pessoas porque se preocupa com elas, que as armas precisam ser controladas para facilitar a solução de crimes, entre outros. Segundo os autores, o livro é resultado de um esforço de pesquisa, em que são expostas as informações reais a respeito dos benefícios que as armas trazem à sociedade. Para tanto, eles citam estudos, dados, fatos e demais informações que contradizem as teses em torno da desarmamento civil. O livro obteve avaliações positivas pela maioria de seus leitores e chegou a ser listado entre os mais vendidos.

Bene Barbosa também é autor de centenas de artigos publicados em diversos periódicos do país e frequentemente tem defendido suas posições em entrevistas na imprensa e participações em programas de diversos veículos de comunicação do país. Também tem regularmente participado de conferências, simpósios, exposições e feiras pelo país. Além disso, com freqüência tem participado de audiências públicas no Congresso Nacional em relação ao PL nº 3.722/2012 e temas associados ao direito constitucional de autodefesa do cidadão.

Em novembro de 2015, foi condecorado pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro com a Medalha “Pedro Ernesto”, concedida pelos relevantes serviços prestados na área da segurança pública brasileira.No mesmo ano, foi condecorado com a Medalha “Tiradentes” de honra ao mérito, pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

A partir de 2016, o governo federal tem editado normas que flexibilizam as medidas do estatuto do desarmamento, dentre as recentes alterações, está o aumento do prazo para a validade do registro de arma de fogo, de 3 para 5 anos, além da redução de documentos exigidos para a aprovação da renovação do registro. Para Bene Barbosa, um dos apoiadores dessas medidas, as mudanças “são um indicativo de que a política do desarmamento adotada nos últimos anos pelo governo federal, desde FH até Dilma Rousseff, precisa ser mudado porque não deu resultados no combate à violência.”

Em 2017, Bene Barbosa participou do documentário Desarmados (2017), do diretor e produtor Lion Andreassa. O longa metragem aborda discussões em torno da constitucionalidade da autodefesa do cidadão e no papel das armas de fogo como instrumentos para o cidadão exercer esse direito. Segundo Andreassa, as pessoas que participaram do documentário possuem pensamentos que refletem opiniões dos dois lados do espectro político, isto é, contra e a favor do desarmamento civil. O financiamento da obra partiu dos próprios responsáveis e de uma quantia reunida através de crowdfunding.

Em setembro de 2017, foi convidado para a XXX reunião do Grupo de trabalho sobre armas de fogo e munições do Mercosul, que ocorreu no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Naquela ocasião, entre outros apontamentos, defendeu que o substancial contrabando de armas para o Brasil era o efeito, e não a causa, para o excesso de criminalidade do país, uma vez que os criminosos brasileiros, impunes ou fora do alcance das autoridades brasileiras, sentem liberdade para importarem clandestinamente armas dos países vizinhos.

Escreve também uma coluna para o jornal mato-grossense “O Livre”.

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